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As empresas são um epicentro de mudanças
Não é exagero dizer que o mineiro Rinaldo Campos Soares
é o perfeito exemplo do executivo cuja carreira se confunde
com a história da empresa. Para começar, a empresa em
questão, a Usiminas, iniciou suas operações há 40 anos,
em Ipatinga, e Campos Soares está há quase 30 na companhia.
Assumiu a presidência com menos de 20 anos de casa. E
detalhe: logo a seguir, em 1991, administrou o emblemático
processo de privatização da siderúrgica, multiplicando
seus lucros e tornando-a um modelo internacional de eficiência.
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por Rinaldo Campos Soares
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O avanço da interatividade nos Sistemas de Gestão Ambiental
Até
o início da década de 90, observava-se a centralização
e a reduzida disponibilidade das informações como características
marcantes das organizações que tinham sistemas de gestão
ambiental implementados. Tais organizações dispunham,
usualmente, de um grupo específico de profissionais responsáveis
pelo desenvolvimento e pela implementação destes sistemas
de gestão.
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por
Geraldo André Fontoura
Thurler / Fernando Altino Medeiros Rodrigues / Ênio Viterbo
Júnior / Rogério Valle
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Contribuindo para a preservação
de um patrimônio brasileiro
Até
a década de 70 a Vila Madalena era caracterizada como
um autêntico bairro residencial de São Paulo, com estabelecimentos
tradicionais. Eram armazéns, restaurantes, lojas e outros
tipos de comércio, e muitas destas edificações sobrevivem
até os dias de hoje.
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por Eric Carl Font
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Edição
nº 32
Maio/Junho de 2002
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Testando o conceito da ecoeficiência
Este
case analisa como o conceito de Ecoeficiência (melhoria
ambiental e econômico-financeira) tem sido implantado
com resultados bastante satisfatórios no caso do gerenciamento
de resíduos sólidos na unidade de Carlos Barbosa (RS)
da Tramontina. O grupo tem concentrando esforços na adoção
de procedimentos de gestão ambiental no que se refere
ao tratamento, reaproveitamento e/ou destino de resíduos
sólidos, efluentes líquidos e gases advindos de suas atividades.
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por José
Antonio Puppim de Oliveira / Josmar Borges Domingues
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De olho no social, e com consciência ambiental
O Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. orgulha-se
de ser a maior indústria do setor com 100% de capital
nacional. Desde 1965, a companhia vem adotando uma posição
de vanguarda, tornando-se conhecida pela sua filosofia
de valorização do médico. Por sinal, este tema foi focalizado
no institucional, lançado em 1999, “Quem valoriza o médico,
valoriza a vida” .
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por Antônio Carlos de Almeida
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A preservação ambiental como fator da qualidade de vida
Instalada no Brasil desde 1930, a Faber-Castell se
diferencia dos demais concorrentes mundiais de lápis pela
utilização massiva de árvores plantadas na fabricação
de seus produtos. Atualmente, 100% dos cerca de seis milhões
de lápis fabricados diariamente pela empresa no país utilizam
matéria-prima produzida em parques florestais próprios.
por Jairo G. Cantarelli
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Uma fábrica alinhada com o desenvolvimento sustentável
O Complexo Industrial Ford Nordeste, em Camaçari, na Bahia,
é um modelo mundial de respeito ao meio ambiente. Promove
o desenvolvimento socioeconômico da região e garante a sustentabilidade
dos recursos ambientais. O projeto inclui a recuperação
de uma área de 7,4 milhões de metros quadrados, com o plantio
de espécies nativas da mat Atlântica, e segue os princípios
de ecoeficiência desde a arquitetura dos prédios. É auto-suficiente
no abastecimento de água e tratamento de esgotos, transforma
o lixo orgânico em adubo e recicla materiais como papel,
metais, madeira, tecidos e vidro.
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por
Edemir
Mesz
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Novo produto com a preocupação ecológica
A extração de mármores e granitos naturais sempre foi
encarada como uma operação de risco para o ambiente. Em
2000, a Portobello, líder de mercado brasileiro no segmento
de revestimento para fachadas, e uma das três maiores
em faturamento nos segmentos de piso e revestimentos para
parede, decidiu investir no mármore porcelâmico. O resultado
foi um benefício para a preservação ambiental, aliada
ao crescimento dos negócios em um novo nicho de mercado.
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por Lucia Regina de Moura Pinto
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Cases e Causos de Marketing
Se um comercial de televisão exagerar nos efeitos
especiais, pode dar tudo errado. Quando foi lançado ao
mercado o peru pré-temperado, que não dava nenhum trabalho,
e vinha com uma espécie de termostato que levantava e
avisava a hora que o assado estava pronto, alguém na hora
da edição final do filme teve a infeliz idéia de incluir
um pequeno efeito sonoro.
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por Décio Clemente
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