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UM CARIMBO DE CONFIANÇA
NAS OPERAÇÕES SOCIETÁRIAS
NELSON EIZIRIK - Fonte: Revista Custo Brasil
O regime de autorregulação, que pautou o Novo
Mercado, é o modelo inspirador que balizará também
um novo sistema para regular as operações de
mudanças de controle e de reorganização societária.
É com esta função, nos moldes do britânico TakeOver
Panel, que a BM&FBovespa está propondo a criação
do Comitê de Fusões e Aquisições (CFA), instância de
governança corporativa para proteção dos investidores
do mercado de capitais. Uma nova proposta de autorregulação para o mercado de capitais brasileiro, inspirada nos modelos britânico e australiano, tem sido discutida pelo setor há cerca de um ano. O processo vem sendo conduzido pela BM&FBovespa, a qual desempenha uma função relevante e de sucesso na autorregulação do mercado de capitais nacional, entronizada no mundo inteiro como um paradigma – o segmento de listagem de ações denominado Novo Mercado. No ano de 2001, a Lei das Sociedades Anônimas foi submetida a um processo de reforma, que em sua origem pretendia alterar de forma mais ampla e profunda os dispositivos da lei societária. Entretanto, o resultado obtido ficou aquém do esperado, uma vez que diversos temas deixaram de ser enfrentados e alterados pelo legislador reformador.
Foi então aberto espaço à autorregulação: diversos assuntos não contemplados na reforma de 2001 se tornavam cada vez mais importantes ao desenvolvimento do mercado de capitais, mas permanecia pendente uma disciplina própria a eles.
Nesse sentido, a BM&Fbovespa passou a desenvolver estudos para criar um segmento do mercado de bolsa capaz de ir além – com medidas efetivas de proteção aos investidores não contidas na legislação –, que foi amadurecendo ao longo dos anos e começou a apresentar êxito efetivo a partir de 2006.... |
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Espaço
Aberto: Luiz Cesar Faro, diretor da Insight,
Almyr Cajardoni, editor da revista mensal D.O.Leitura, e Eloi
Calage, colaboradora da revista Inteligência, participam
do programa Espaço Aberto, da Globonews. |
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| Venho trabalhando com a Insight há quase 15 anos, dos 25 que eles agora completam. Em vários setores da atividade empresarial, com problemas diversos e desafios complexos. As respostas às demandas que o mercado vem nos impondo durante esse tempo tiveram sempre uma coisa em comum: foram criativas, eficazes e oportunas. Inteligência é material cada vez mais difícil de encontrar no mundo de hoje. O pessoal da Insight dispõe de um farto suprimento desse difícil insumo, que eles aliam, com muita sabedoria, à experiência acumulada durante muitos e proveitosos anos de janela. Não se inventam profissionais competentes, em nenhum setor. Eles se criam, se constroem, se aperfeiçoam. O grupo da Insight é um vinho que amadurece muitíssimo bem. Longa vida e outros tantos anos e muitos mais de sucessos e felicidade |
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Luiz Antonio Viana
Consultor e Conselheiro da TAM -
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